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Mostrando postagens de novembro, 2025
Workshop com corretores de imóveis em Piracicaba.  
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  2026 é logo ali!   Estamos na última semana de novembro, a poucos dias do Natal. E, antes de pensar em números, metas e indicadores, vale uma pergunta simples: como serão as festas da sua família neste fim de ano? Quem estará na mesa? Quem você deseja proteger, apoiar e fortalecer? No fim do dia, planejamento financeiro sempre começa pelas pessoas e termina com a preservação do bem-estar delas e seus relacionamentos familiares. Acredito que esse seja o objetivo da maioria das pessoas, estar bem e cuidar daqueles que amamos. O ano de 2026 se aproxima carregando o peso tradicional do calendário brasileiro. Se mantivermos o comportamento de sempre, muitos negócios só ganharão tração depois do Carnaval, marcado para 17 de fevereiro. Como se não bastasse, teremos Copa do Mundo nos Estados Unidos, eleições presidenciais e o início do cronograma da reforma tributária, que seguirá impactando empresas de todos os portes. É um calendário poderoso de fatores externos capaz de desorgani...
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  Inteligência financeira não tem diploma! Entre tantos temas que cercam a vida econômica das famílias, poucos são tão mal compreendidos quanto a inteligência financeira. Costuma-se imaginar que ela nasce de diplomas, altos cargos ou convivência com números. Mas o cotidiano mostra outra realidade: pessoas simples, sem formação acadêmica sofisticada, frequentemente administram o que ganham com mais sabedoria do que executivos altamente qualificados que, apesar de bons salários, se afundam em dívidas e decisões impensadas. Um verdadeiro paradoxo, estamos habituados a associar pessoas bem instruídas com a habilidade em lidar com finanças. A habilidade de lidar bem com as finanças não tem relação direta com a formação acadêmica. Morgan Housel, no livro  Psicologia Financeira , reforça essa lógica ao demonstrar que a relação com o dinheiro é muito menos sobre conhecimento técnico e muito mais sobre comportamento. É a disciplina, e não a renda, que constrói estabilidade. É o autocon...
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  Governança é só para grandes empresas?   Você já parou para pensar por que tantas empresas familiares mesmo bem-sucedidas, não conseguem atravessar o tempo? A resposta, na maioria das vezes, está em algo que vai muito além de gestão ou lucro: chama-se governança corporativa. Poucas empresas conseguem chegar em sua terceira geração na gestão familiar. Mas afinal, o que é governança corporativa? Governança é o conjunto de princípios, regras e práticas que definem como o poder é exercido dentro de uma empresa quem decide, como decide e com base em quais valores. É a bússola que orienta o comportamento dos sócios, gestores e familiares, garantindo que o negócio cresça com ética, transparência e sustentabilidade. Agora vem a pergunta que ouço com frequência em reuniões com empresários: “Governança corporativa é só para grandes empresas de capital aberto, listadas na Bolsa de Valores?” Definitivamente não! Essa é uma visão ultrapassada que ainda limita o desenvolvimento ...
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  Procrastinar custa caro! A palavra “procrastinar” vem do latim  procrastinare , que significa “adiar para o amanhã”. À primeira vista, parece inofensivo, afinal, quem nunca deixou algo para depois, para aquele amanhã que nunca chega? No entanto, a procrastinação é um dos comportamentos mais caros que podemos ter, ela custa tempo, oportunidades, negócios e, muitas vezes, o controle sobre o próprio futuro. Pesquisas da Universidade de Carleton, no Canadá, mostram que mais de 95% das pessoas admitem procrastinar em algum momento, e cerca de 20% o fazem de forma crônica. Isso não tem relação com preguiça, mas com a forma como o nosso cérebro reage ao desconforto. A neurociência explica que, diante de uma decisão complexa ou desafiadora, como lidar com finanças, planejar o futuro ou enfrentar conversas difíceis o cérebro ativa uma região chamada amígdala, responsável pelas emoções e pela aversão ao risco. Em resposta, buscamos o alívio imediato, postergando ações que exigem esfor...
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  Quando o inesperado bate à porta   Ricardo e Marina formavam o tipo de casal que inspirava admiração. Jovens, inteligentes, trabalhadores, bem-sucedidos. Tinham dois filhos, uma casa aconchegante em um bairro tranquilo, e um futuro promissor pela frente. Ricardo era sócio de uma pequena empresa de tecnologia que crescia rapidamente. Marina, dentista renomada, havia acabado de expandir seu consultório, fazia tudo com muito capricho e dava atenção para os pequenos detalhes. As viagens de fim de ano, os almoços de domingo em família e o som das risadas das crianças pareciam compor o retrato perfeito da prosperidade. Mas, como acontece com muitos casais, o sucesso trouxe também uma falsa sensação de segurança. As conversas sobre dinheiro limitavam-se às conquistas do momento. As conquistas focavam sempre o curto prazo como o novo carro, a reforma da casa, a próxima viagem. Planejamento financeiro de longo prazo? Seguro de vida? Previdência? “Ah, isso é pra quem tem muito dinheir...